sábado, 7 de fevereiro de 2015

A rosa

A rosa simboliza a perfeição, o amor, o coração, a paixão, a alma, o romantismo, a pureza, a beleza, a sensualidade, o renascimento; e, de acordo com sua cor, pode simbolizar a lua (branca), o sol (amarela) ou o fogo (vermelha). Universalmente, essa flor complexa e aromática representa o símbolo do amor e da união, famosa por sua beleza e seu perfume. Não obstante, o desabrochar do botão da rosa simboliza o segredo e o mistério da vida. A Rosa na Mitologia Na mitologia greco-romana, a rosa estava associada à Afrodite ou Vênus, deusa do amor e da beleza considerada, portanto, uma flor sagrada de elemento fogo, que simbolizava a fertilidade, a beleza ou até mesmo, a virgindade. Segundo a lenda, para os gregos, a rosa era uma flor branca que se tornou vermelha no momento que Adônis foi ferido de morte e Afrodite, sua amada, transformou a cor das rosas ao picar-se num espinho. Diante disso, além de simbolizar o amor e o romantismo, a rosa simboliza a regeneração. Rosa Vermelha Em geral, no ocidente, a rosa vermelha simboliza o amor, a perfeição, a paixão e o desejo. No Cristianismo, ela simboliza a ressurreição bem como o sangue de Jesus e de seus mártires. Da mesma maneira, no Islão, a rosa vermelha simboliza o sangue do profeta e de seus filhos. Rosa Amarela Tradicionalmente, a rosa amarela estava associado ao ciúmes, ao amor moribundo; e, por outro lado, símbolo da amizade e da alegria. No catolicismo, a rosa amarela, relacionada ao sol, é um emblema papal. Rosa Branca A Rosa Branca simboliza a pureza, a inocência, a humildade, o segredo. Muitas vezes faz referência à Virgem Maria e também está associada à água e à lua. Fonte: dicionariodesimbolos.com.br

sábado, 20 de dezembro de 2014

Mário Quintana

"No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar: Um estribilho antigo Um carinho no momento preciso O folhear de um livro de poemas O cheiro que tinha o próprio vento." Mario Quintana

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Bernardo e o Poder Judiciário.

O País está estarrecido com o desfecho trágico do garoto Bernardo Uglione Boldrini, que ao que tudo indica foi morto pelo próprio pai,pela madrasta e por uma amiga do casal. O curioso é que a própria vítima, havia recorrido ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para denunciar o abandono e maus tratos. No entanto, restou acordado que ele poderia continuar sob os cuidados do pai e da madrasta. Infelizmente, não foi a medida acertada. Já passei por situação semelhante, quando uma menina de onze anos entrou no meu escritório e me pediu para passar a morar com o pai, porque se encontrava em situação de risco em permanecer sob os cuidados da mãe. Na audiência, em uma das varas de família de Belo Horizonte, tanto a Promotora, quanto a Juíza, sequer quiseram ouvir a menina. Pelo contrário, tive que escutar "Que menina de doze anos, não tem vontades e não escolhe nada.". A Juíza detetminou a entrega da menina para a mãe, que no dia seguinte se mudou para uma cidade da região metropolitana, para afastar a filha do próprio pai, bem como para tumultuar a ação de guarda. Felizmente, minha cliente hoje vive sob os cuidados do pai, pois teve a oportunidade de sobreviver e assim que cresceu, escolheu com quem morar. Ainda que o Poder Judiciário tenha decidido por ela anos atrás. Assim como no caso Bernardo, não houve nenhum acompanhamento do caso pelo Poder Judiciário ou pela Promotoria após a audiência. E é exatamente nesse ponto, que o Estado falha ao decidir pelo ofendido, ou mesmo homologar um acordo, sem a elaboração de laudos, visitas de assistentes sociais e outros. É fundamental que seja ouvida a criança ou o adolescente, bem como parentes, professores, vizinhos e outros, porque uma criança jamais pediria socorro, sem que houvesse um justo motivo. Hoje, só resta lamentar o desfecho trágico do garoto Bernardo e agradecer à Deus, que a minha pequena cliente esteja bem, ainda que nosso sistema de Justiça tenha escolhido o pior para ela. Jamais fui procurado pela Promotoria ou pela Juíza para saber se ela estava bem. Lavaram as mãos.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Ouvir estrelas

Ouvir Estrelas Ora ( direis ) ouvir estrelas! Certo, perdeste o senso! E eu vos direi, no entanto Que, para ouví-las, muitas vezes desperto E abro as janelas, pálido de espanto E conversamos toda a noite, enquanto a Via-Láctea, como um pálio aberto, Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto, Inda as procuro pelo céu deserto. Direis agora: "Tresloucado amigo! Que conversas com elas? Que sentido tem o que dizem, quando estão contigo? " E eu vos direi: "Amai para entendê-las!" Pois só quem ama pode ter ouvido Capaz de ouvir e e de entender estrelas Olavo Bilac

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Duas flores

AS DUAS FLORES "São duas flores unidas São duas rosas nascidas Talvez do mesmo arrebol, Vivendo,no mesmo galho, Da mesma gota de orvalho, Do mesmo raio de sol. Unidas, bem como as penas das duas asas pequenas De um passarinho do céu... Como um casal de rolinhas, Como a tribo de andorinhas Da tarde no frouxo véu. Unidas, bem como os prantos, Que em parelha descem tantos Das profundezas do olhar... Como o suspiro e o desgosto, Como as covinhas do rosto, Como as estrelas do mar. Unidas... Ai quem pudera Numa eterna primavera Viver, qual vive esta flor. Juntar as rosas da vida Na rama verde e florida, Na verde rama do amor! " Castro Alves

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Como encontrar com Deus.

Como já tem um bom tempo que não escrevo nada no blog, vou deixar para vocês um texto do Santo Agostinho, que pode ser encontrado na sua obra "Confissões", cuja leitura eu recomendo, porque esta obra foi fundamental para a minha vida. Tive a felicidade de tê-la em mãos quando fiz o curso de Filosofia na PUC. Desejo uma excelente semana para todos. Abraços “Eu procurei Deus na terra e no mar, na literatura e na arte, na filosofia e retórica, nos maiores centros culturais da África, da Ásia e da Europa, e fui encontrar Deus dentro de mim”
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Aurélio Agostinho(em latim: Aurelius Augustinus),conhecido como Santo Agostinho. Nasceu eu Tagaste - Hipona em 13 de novembro de 354 e provavelmente faleceu em 28 de agosto de 430. Foi um bispo, escritor, teólogo, filósofo e é um Padre latino e Doutor da Igreja Católica.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Passa uma borboleta

Passa uma borboleta "Passa uma borboleta por diante de mim. E pela primeira vez no Universo eu reparo que as borboletas não têm cor nem movimento, assim como as flores não têm perfume nem cor. A cor é que tem cor nas asas da borboleta, No movimento da borboleta o movimento é que se move, o perfume é que tem perfume no perfume da flor. A borboleta é apenas borboleta e a flor é apenas flor." Fernando Pessoa